SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat <p>SEMAT - Semana da Matemática e Educação Matemática - Campus Bragança Paulista do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, é um evento gratuito de periodicidade anual, dirigido a estudantes dos cursos de Licenciatura em Matemática, professores que ensinam Matemática e demais áreas afins e interessados no assunto.</p> <p><a href="https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/about/submissions"><strong>Submissões</strong></a></p> <p>ISSN 2527-1121</p> <p> </p> pt-BR SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA 2527-1121 Estojo de Frações https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/article/view/81 <p>O Estojo de Frações é um material elaborado por Renata Goes em sua dissertação de mestrado, que foi inicialmente aplicado em 2014 em escolas jurisdicionadas à Diretoria de Ensino Região de José Bonifácio, após o desenvolvimento do conteúdo da forma proposta no material da Secretaria de Educação do Estado ou em livro didático. Ele mostrou-se conveniente em sala de aula porque envolve a totalidade de estudantes da classe, mesmo aqueles que ainda não tem domínio do assunto. Nos anos de 2015 até 2017 o material foi aplicado em outras escolas jurisdicionadas à Diretoria de Ensino Região de São José do Rio Preto com algumas adaptações no material. O Estojo de Frações é composto de um estojo que contém uma base de encaixe das peças retangulares coloridas e manipuláveis e de transparências que podem ser sobrepostas às peças retangulares encaixadas na moldura, para se certificar sobre as frações que estão sendo trabalhadas. Esse material pode ser utilizado na introdução de conceito de frações como parte/todo, frações equivalentes, comparação de frações e operações básicas com frações.</p> Sandra Katayama dos Santos Copyright (c) 2026 SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-05-25 2026-05-25 15 IF nas escolas https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/article/view/97 <p>O trabalho apresenta o desenvolvimento e a aplicação de um jogo educativo<br>fundamentado na utilização de roletas como recurso lúdico para o ensino de<br>Matemática. A proposta visa abordar os conceitos de divisão e fração de maneira<br>contextualizada e interativa, possibilitando ao educando a construção do<br>conhecimento por meio da manipulação e da observação de resultados. As roletas<br>são utilizadas como ferramenta para a geração aleatória de números, os quais<br>servem de base para a realização de operações de divisão e para a representação<br>fracionária das partes em relação ao todo. A metodologia adotada busca romper<br>com a tradicionalidade do ensino, promovendo o raciocínio lógico-matemático, a<br>estimativa e a resolução de problemas de forma dinâmica.</p> Maythe Gigante Copyright (c) 2026 SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-05-25 2026-05-25 15 IF nas escolas https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/article/view/96 <p>Este trabalho apresenta a criação e aplicação de um jogo de tabuleiro educativo com<br>diferentes operações matemáticas, com o objetivo de estimular o raciocínio lógico e<br>a rapidez no cálculo. A dinâmica do jogo envolve resolver as questões de forma<br>correta e no menor tempo possível, permitindo que o participante avance no<br>percurso até a chegada. A proposta busca tornar o aprendizado da matemática mais<br>leve e interessante, ajudando a diminuir dificuldades e aumentando o interesse dos<br>alunos pela disciplin</p> Maythe Gigante Thabta Lucas Maria Braga Nataly Broleze Copyright (c) 2026 SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-05-25 2026-05-25 15 Catálogo de Jogos de Origem Africana para o Ensino de Matemática https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/article/view/92 <p>O Catálogo de Jogos de Origem Africana para o Ensino e Aprendizagem de Matemática constitui uma proposta pedagógica que articula saberes ancestrais africanos ao currículo formal, fundamentada na Etnomatemática e na Educação Matemática Crítica. A obra visa transformar o ensino em uma experiência lúdica e envolvente, valorizando a diversidade cultural e o protagonismo de estudantes, com foco na Educação de Jovens e Adultos (EJA). O material detalha regras, contextos históricos e conceitos de diversos jogos, como Mancala, Shisima e Seega, explorando geometria, raciocínio lógico e análise espacial. A metodologia enfatiza o uso de materiais de baixo custo e recicláveis, como papelão e sementes, garantindo acessibilidade e replicabilidade nas escolas públicas. Cada ficha pedagógica inclui fotografias e vídeos explicativos acessíveis via QR Code, gravados por estudantes, o que reforça a natureza dialógica do projeto. Ao integrar práticas tradicionais ao ensino formal, o catálogo auxilia na implementação da Lei nº 10.639/2003, combatendo o eurocentrismo e resgatando a identidade cultural. O uso desse recurso promove o desenvolvimento de competências cognitivas e socioemocionais, estabelecendo a matemática como um instrumento de emancipação e transformação social.</p> Alex Rodrigues dos Santos Rian de Almeida Silva Copyright (c) 2026 SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-05-25 2026-05-25 15 Teorema de Pitágoras Generalizado https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/article/view/91 <p><span class="TextRun SCXW106380486 BCX0" lang="PT-PT" xml:lang="PT-PT" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW106380486 BCX0" data-ccp-parastyle="Body Text">O Teorema de Pitágoras é uma das bases da geometria e descreve a relação entre os lados de um triângulo retângulo. Sua simplicidade e força explicativa fizeram com que, ao longo do tempo, matemáticos buscassem formas de expandir essa ideia para além dos quadrados construídos sobre os catetos e a hipotenusa. Essas extensões deram origem a diferentes generalizações, mostrando que a relação pitagórica pode aparecer em outras configurações geométricas e não apenas em&nbsp;</span><span class="NormalTextRun SCXW106380486 BCX0" data-ccp-parastyle="Body Text">quadrados</span><span class="NormalTextRun SCXW106380486 BCX0" data-ccp-parastyle="Body Text">.</span><span class="NormalTextRun SCXW106380486 BCX0" data-ccp-parastyle="Body Text">&nbsp;</span><span class="NormalTextRun SCXW106380486 BCX0" data-ccp-parastyle="Body Text">O Teorema de Pitágoras generalizado é uma extensão desenvolvida a partir do teorema clássico atribuído ao filósofo e matemático grego Pitágoras. Enquanto no teorema comum utiliza-se o quadrado como representação geométrica dos catetos e da hipotenusa, o teorema generalizado amplia essa relação para qualquer tipo de polígono regular. No presente trabalho é demonstrado sua funcionalidade além de fórmulas e comprovação algébrica, mas também através de uma prova física, que permitirá visualizar e compreender o teorema de forma prática. Dessa forma, o Teorema de Pitágoras generalizado amplia o alcance do teorema original e demonstra como a matemática pode se adaptar a diferentes formas e situações geométricas.</span></span><span class="EOP Selected SCXW106380486 BCX0" data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:127,&quot;335559740&quot;:360}">&nbsp;</span></p> Nataly Julia de Araujo Broleze Copyright (c) 2026 SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-05-25 2026-05-25 15 Extensão IF nas escolas https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/article/view/90 <section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto [content-visibility:auto] supports-[content-visibility:auto]:[contain-intrinsic-size:auto_100lvh] R6Vx5W_threadScrollVars scroll-mb-[calc(var(--scroll-root-safe-area-inset-bottom,0px)+var(--thread-response-height))] scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" data-turn-id="request-WEB:762b5802-0b28-40f1-8ecf-f962cb8be996-4" data-testid="conversation-turn-10" data-scroll-anchor="false" data-turn="assistant"> <div class="text-base my-auto mx-auto pb-10 [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)"> <div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn"> <div class="flex max-w-full flex-col gap-4 grow"> <div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal outline-none keyboard-focused:focus-ring [.text-message+&amp;]:mt-1" dir="auto" tabindex="0" data-message-author-role="assistant" data-message-id="ba698aad-c2b0-4389-924d-a139e58d58a4" data-message-model-slug="gpt-5-3" data-turn-start-message="true"> <div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden"> <div class="markdown prose dark:prose-invert w-full wrap-break-word dark markdown-new-styling"> <p data-start="0" data-end="693">O jogo foi desenvolvido por um dos grupos da turma do 7º ano B da Escola Dom Bruno Gasperi, no contexto do projeto de extensão “IF nas Escolas”. A proposta surgiu com o objetivo de tornar o ensino de Matemática mais significativo ao integrá-lo a atividades lúdicas. A atividade consiste em um jogo da memória, no qual os alunos devem associar cartas contendo frações numéricas às suas respectivas representações visuais. Dessa forma, o estudante não apenas memoriza, mas também compreende a relação entre a escrita fracionária e sua interpretação gráfica. Essa estratégia favorece o desenvolvimento do pensamento lógico-matemático, além de estimular a atenção, a concentração e o raciocínio. Além disso, o jogo promove a participação ativa dos alunos, tornando o processo de aprendizagem mais dinâmico e envolvente. Ao interagir com os colegas, os estudantes desenvolvem habilidades como cooperação e respeito às regras, contribuindo também para o desenvolvimento social. Assim, a utilização de jogos como recurso didático mostra-se uma estratégia eficaz para facilitar a compreensão de conteúdos matemáticos.</p> <div class="text-base my-auto mx-auto [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)"> <div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn"> <div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"> </div> </div> </div> </div> </div> </div> </div> <div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"> </div> <div class="mt-3 w-full empty:hidden"> <div class="text-center"> </div> </div> </div> </div> </section> <div class="pointer-events-none -mt-px h-px translate-y-[calc(var(--scroll-root-safe-area-inset-bottom)-14*var(--spacing))]" aria-hidden="true"> </div> Nataly Julia de Araujo Broleze Copyright (c) 2026 SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-05-25 2026-05-25 15 BRINCANDO COM A SORTE: O USO DE JOGO DIDÁTICO NO ENSINO DE PROBABILIDADE https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/article/view/88 <p>Este trabalho apresenta um relato de experiência desenvolvido no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), financiado pela CAPES, em uma escola pública parceira no município de Bragança Paulista/SP, com foco no ensino de Probabilidade por meio de uma abordagem lúdica. A atividade consistiu na elaboração e aplicação de um jogo de tabuleiro denominado “Corrida da Sorte”, no qual os estudantes avançavam em uma trilha a partir do lançamento de dados e da resolução de cartas contendo situações-problema relacionadas a conceitos probabilísticos. As questões abordaram eventos simples e compostos, incluindo a análise do espaço amostral e o cálculo de probabilidades. A proposta foi aplicada em uma turma do Ensino Fundamental, com o objetivo de tornar a aprendizagem mais significativa e dinâmica. Durante a atividade, observou-se maior engajamento dos alunos, além de participação ativa e interação entre os colegas, favorecendo o trabalho colaborativo. O uso do jogo possibilitou a contextualização dos conteúdos e contribuiu para a compreensão de conceitos considerados abstratos, tornando-os mais acessíveis aos estudantes. Os resultados indicam que metodologias lúdicas, como o uso de jogos didáticos, constituem estratégias eficazes no processo de ensino-aprendizagem da Matemática, especialmente no ensino de Probabilidade, ao promoverem o desenvolvimento do raciocínio lógico, da autonomia e da socialização.</p> Gabriel Pereira Copyright (c) 2026 SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-05-25 2026-05-25 15 extensão IF nas escolas https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/article/view/87 <p>A roleta de equações é um recurso didático desenvolvido com o objetivo de estimular o aprendizado de equações do primeiro grau por meio de atividades lúdicas. O material consiste em uma roleta contendo diferentes equações e um tabuleiro com possíveis resultados correspondentes. A dinâmica do jogo ocorre quando os participantes giram a roleta, resolvem a equação sorteada e identificam o resultado correto no tabuleiro. A pontuação é atribuída conforme os acertos, sendo vencedor o jogador ou grupo que obtiver maior número de respostas corretas. A proposta foi elaborada por alunos da Escola Estadual Dom Bruno, visando tornar o ensino de matemática mais interativo, atrativo e acessível, favorecendo o raciocínio lógico e a participação ativa dos estudantes. O uso de jogos educativos como estratégia pedagógica contribui para a redução das dificuldades na aprendizagem de conteúdos matemáticos, além de promover o trabalho em equipe e o desenvolvimento de habilidades cognitivas. O projeto integra ações de extensão vinculadas à formação acadêmica, sendo desenvolvido por Thabta Isabelly, aluna do terceiro semestre do Instituto Federal de São Paulo (IFSP), campus Bragança Paulista, reforçando a importância da aproximação entre teoria e prática no processo educativo.</p> Thabta Lucas Copyright (c) 2026 SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-05-25 2026-05-25 15 Jogo Matemático: Cara a Cara https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/article/view/86 <p>O ensino da Matemática pode se tornar mais atrativo e significativo quando associado a atividades lúdicas que despertem o interesse dos estudantes. Nesse contexto, o jogo “Cara a Cara Geométrico” foi desenvolvido com o objetivo de auxiliar na aprendizagem das formas geométricas planas e espaciais, bem como de suas principais características. Inspirado no tradicional jogo Cara a Cara, a proposta substitui rostos e personagens por figuras geométricas, permitindo que os participantes utilizem perguntas e estratégias para identificar a forma escolhida pelo adversário. Durante a realização da atividade, os alunos exercitam a observação, o raciocínio lógico, a comparação de propriedades e a comunicação matemática. Além disso, o jogo favorece a interação entre os participantes, tornando o processo de aprendizagem mais dinâmico e prazeroso. A utilização de recursos lúdicos em sala de aula contribui para o desenvolvimento do interesse pela disciplina e para a fixação dos conteúdos de maneira natural e participativa. Dessa forma, o “Cara a Cara Geométrico” apresenta-se como uma ferramenta pedagógica eficiente, capaz de unir diversão e conhecimento, estimulando os estudantes a aprender geometria por meio da brincadeira.</p> Maria Eduarda Cunha Sousa Braga Copyright (c) 2026 SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-05-25 2026-05-25 15 Ensino de Frações: Uma Abordagem Prática. https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/article/view/84 <p><span style="font-weight: 400;">A aprendizagem de frações na Educação Básica apresenta dificuldades significativas, tanto na compreensão quanto no ensino, sendo frequentemente abordada de forma mecânica, centrada em regras e algoritmos. Nesse contexto, descreve-se uma atividade desenvolvida em uma turma de 9º ano do Ensino Fundamental de uma escola da rede estadual de São Paulo, vinculada ao Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) do IFSP, campus Bragança Paulista/SP. A proposta teve como foco a exploração das frações na reta numérica, com o objetivo de favorecer a compreensão da fração como número. O referencial teórico fundamenta-se na aprendizagem significativa de Ausubel (1982) e na Etnomatemática, valorizando os conhecimentos prévios dos estudantes e o uso de materiais concretos no processo de ensino e aprendizagem. A metodologia caracteriza-se como uma pesquisa qualitativa do tipo relato de experiência, desenvolvida por meio de uma abordagem manipulativa e lúdica. Para a realização da atividade, utilizou-se um barbante estendido, representando uma reta numérica física, e cartões contendo frações próprias, impróprias e equivalentes. Os estudantes foram incentivados a posicionar e classificar as frações ao longo da reta, promovendo reflexões sobre suas características e propriedades. Inicialmente, foram observadas dificuldades na divisão dos intervalos em partes iguais, especialmente no caso de frações impróprias. Com a mediação pedagógica, verificou-se a superação gradual dessas dificuldades e avanços na compreensão dos conceitos envolvidos. Os resultados evidenciam que práticas pedagógicas que valorizam múltiplas representações dos números racionais e incentivam a participação ativa dos estudantes contribuem para a aprendizagem de frações e para o desenvolvimento do pensamento matemático.</span></p> Isabelle Marques Rodrigues Amado Ariane Iracema de Almeida Lisandra Aparecida de Almeida Copyright (c) 2026 SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-05-25 2026-05-25 15 Sistema de Numeração de Base 6 https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/article/view/83 <p>O material pedagógico é composto de 36 peças no formato de triângulos (ordem 1), 6 peças no formato hexagonal (ordem 2) e 2 colmeias contendo 6 hexágonos (ordem 3) e pode ser utilizado para o desenvolvimento do raciocínio lógico-matemático sobre sistemas de numeração. Os sistemas de numeração são formas de representação dos símbolos numéricos conhecidos como algarismos, e a base 6 apresenta-se como uma das muitas possibilidades etnomatemáticas de manifestação desse saber. A teoria de Duval mostra que saber matemática não é fazer contas, mas sim saber traduzir conceitos entre diferentes formas de representação. No estudo da base 6, o professor ou aluno é desafiado a transformar a sua percepção numérica de um registro já automatizado (base 10) para um novo registro, mantendo a mesma ideia matemática, a saber a quantidade. A literatura em Educação Matemática aponta que a compreensão do Sistema de Numeração Decimal vai muito além da simples memorização de algarismos. Frequentemente, os alunos operam mecanicamente sem compreender o valor posicional, o que Gerard Vergnaud caracteriza como uma falha na formação de conceitos dentro do campo aditivo e multiplicativo. O objetivo é que o professor aprenda como o aluno aprende. O professor entenda a base 6 e com isso aprimore suas práticas pedagógicas de ensino. Nesse contexto, as dificuldades residem na transição do pensamento concreto para o abstrato. Na maioria das instituições educacionais utilizam o sistema numérico base 10. Sob a ótica de (Duval, 2009), essa multiplicidade de sistemas exige do sujeito a capacidade de realizar conversões entre diferentes registros. É nesse processo de transição que ocorre a verdadeira apreensão do conceito, pois o indivíduo deixa de apenas “operar símbolos” e passa a compreender a estrutura lógica que fundamenta qualquer sistema de numeração.</p> DIVANI SAMPAIO ALVAREZ Claudomiro Copyright (c) 2026 SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-05-25 2026-05-25 15 Jogo da memória https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/article/view/66 <p>O jogo da memória de frações e números decimais foi desenvolvido como um recurso didático voltado aos alunos do 5º ano do ensino fundamental, com o objetivo de auxiliar na compreensão da equivalência entre frações e números decimais. O jogo é composto por 36 cartas, feitas em cartolina, folha sulfite e revestidas com contact. Cada par contém uma carta com a fração e outra com o decimal correspondente, todas no mesmo tamanho e com escrita clara, facilitando a visualização e a associação entre as representações. Esse jogo foi proposto em uma regência de estágio realizada nos anos iniciais do ensino fundamental. Antes de iniciar o jogo, foram realizadas perguntas diagnósticas para investigar o conhecimento prévio dos alunos acerca da relação entre frações e decimais. A atividade buscou promover uma aprendizagem significativa por meio do lúdico, estimulando a observação, a associação e o raciocínio lógico-matemático. Durante a atividade, os estudantes demonstraram interesse e engajamento, evidenciando avanços na identificação das equivalências entre as duas representações numéricas. O jogo mostrou-se eficiente para favorecer a participação ativa, o trabalho em grupo e a troca de saberes, contribuindo para a apropriação de um conhecimento matemático de forma prazerosa. A proposta reafirma a importância do uso de recursos didáticos e metodologias diversificadas no ensino da Matemática, especialmente em temas que exigem abstração e múltiplas formas de representação.</p> Brenda Couto Copyright (c) 2026 SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-05-25 2026-05-25 15 O GEOPLANO COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/article/view/80 <p>O geoplano é um recurso manipulável que favorece a aprendizagem significativa de conceitos geométricos por meio<br />da experimentação ativa. Seu uso permite trabalhar noções de ponto, segmento, perímetro, área, polígonos e transformações geométricas de maneira intuitiva e visual, possibilitando ao estudante construir compreensões próprias a partir da exploração do material. A utilização desse instrumento promove a transição da geometria concreta para a abstrata, auxiliando o aluno a visualizar propriedades matemáticas que muitas vezes são difíceis de compreender apenas de forma simbólica. Além disso, incentiva o desenvolvimento de habilidades como comparação de formas, construção de hipóteses e resolução de problemas. O trabalho apresenta uma proposta didática utilizando o geoplano, descrevendo seus materiais, seu uso em sala de aula e a fundamentação teórica relacionada à aprendizagem manipulativa.</p> David Nunes Tenório Copyright (c) 2026 SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-05-25 2026-05-25 15 UTILIZANDO INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA A PRODUÇÃO DE UM LIVRO INFANTIL COM DESAFIOS MATEMÁTICOS https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/article/view/68 <p>&nbsp;</p> <p>Este trabalho apresenta o processo de construção de um livro, fruto de uma experiência de regência do estágio dos anos iniciais. O livro foi baseado na história da Cinderela, mas incluindo páginas com desafios matemáticos. O objetivo da atividade foi trabalhar a interpretação de texto dos alunos e propor a resolução dos desafios contidos na história. Para a produção do livro foi utilizada inteligência artificial chamada Gemini do Google. Algumas dificuldades foram encontradas devido à limitação da ferramenta e por ser a primeira vez em que foi utilizada para esse fim. O trabalho foi desafiador, tanto por ser uma novidade trabalhar com a ferramenta como pela própria criação da história, pois ela precisa fazer sentido para as crianças. Além disso, o conteúdo deve ser adequado para que as crianças consigam raciocinar, interpretar e resolver os desafios propostos, que não devem ser muito fáceis e nem muito difíceis.</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>Palavras-Chave: </strong>inteligência artificial; livro; ensino de matemática.</p> Everton Larri Procopio Coelho Copyright (c) 2026 SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-05-25 2026-05-25 15 Pintando Ordens https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/article/view/67 <p>O jogo Pintando Ordens tem como objetivo trabalhar o valor posicional dos algarismos nos números do sistema de numeração decimal, abordando as ordens unidade, dezena, centena e, conforme o nível dos estudantes, também a unidade de milhar. Ele pode ser realizado individualmente, em duplas ou em trios. Os materiais necessários são uma ficha com diversos números (com até três ou quatro ordens, a depender do objetivo da atividade), dois dados, um com números de 1 a 6 e outro com as letras U, D, C e M (representando unidade, dezena, centena e milhar), além de lápis de cor para pintar. Durante o jogo, cada aluno, dupla ou trio recebe uma ficha e um participante de cada vez joga os dois dados simultaneamente. O dado numérico indica o algarismo que deve ser considerado, enquanto o das letras indica a posição em que o algarismo deve ser procurado nos números da ficha. Em seguida, o estudante deve pintar na ficha recebida somente um número que apresente aquele algarismo na posição indicada. Por exemplo, caso saia 4 e D o aluno deve procurar e pintar na ficha um número que tenha o algarismo 4 na ordem das dezenas. O jogo continua até todos os números da ficha estarem pintados ou até o encerramento da atividade. Além disso, o Pintando Ordens pode ser adaptado utilizando outros recursos como o Material Dourado ou o Stamp Game. Outras variações possíveis são: o dado numérico conter mais faces e consequentemente mais opções de algarismos e o dado que indica a posição conter símbolos diferentes, como, ao invés das letras, uma face em branco, uma com 0, outra com 00 e, por fim, com 000, ampliando as possibilidades de trabalho com o valor posicional.</p> Bianca de Mattos Moraes Lilian Karam Parente Cury Spiller Copyright (c) 2026 SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-05-25 2026-05-25 15 O JOGO DA VELHA DA PORCENTAGEM https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/article/view/94 <p>Durante uma aula desenvolvida no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) na Escola Estadual Ministro Alcindo Bueno de Assis, foi aplicada uma atividade, anteriormente inexplorada, utilizando o conhecido jogo da velha adaptado como material didático de apoio, trabalhando a fixação do conteúdo de porcentagem com alunos do 9º ano. Cada casa do tabuleiro apresentava um desafio matemático envolvendo cálculos com porcentagem, como calcular 5% de 500, identificar quanto representa 40% de 380 ou encontrar o valor obtido após um aumento de 10% num inicial de 90 unidades. Essa abordagem lúdica favoreceu o engajamento dos estudantes, que precisavam resolver as questões corretamente para marcar suas jogadas. Contudo, foi possível evidenciar a dificuldade de muitos em relacionar o estudo de porcentagem com os conceitos vistos durante os aprendizados sobre frações, como compreender que 5% equivalem a 5/100(partindo do conceito de fração como “parte todo”) e que essa fração multiplicada por um valor exige operações corretas de multiplicação e simplificação. Além disso, alguns desafios envolviam expressões com diferentes operações entre frações, o que trouxe um desafio interessante e indicou a necessidade do reforço nesse conteúdo.&nbsp;&nbsp;</p> Irys Aparecida Silva da Silva Alex Rodrigues dos Santos Adrielen Pereira de Souza Copyright (c) 2026 SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-05-25 2026-05-25 15 Ensino de Frações Uma Abordagem Prática. https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/article/view/85 <p><span style="font-weight: 400;">O ensino de frações na Educação Básica apresenta desafios significativos, frequentemente relacionados a abordagens excessivamente procedimentais, centradas na aplicação de regras e algoritmos, em detrimento da compreensão conceitual dos números racionais. Nesse contexto, o presente trabalho tem como objetivo apresentar um relato de experiência desenvolvido no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), em uma escola da rede estadual de ensino do estado de São Paulo, com uma turma do 9º ano do Ensino Fundamental. A proposta teve como foco a exploração da localização de frações na reta numérica, visando à compreensão da fração como número. Para isso, adotou-se uma abordagem manipulativa e investigativa, utilizando um barbante para representar a reta numérica e cartões contendo diferentes números racionais. Durante a atividade, os estudantes foram incentivados a mobilizar conhecimentos prévios, classificar frações e posicioná-las na reta, estabelecendo relações entre numerador, denominador e magnitude. Observou-se que, embora tenham surgido dificuldades iniciais, especialmente na divisão de intervalos e no tratamento de frações impróprias, houve avanços significativos ao longo da atividade. Os resultados evidenciam que estratégias didáticas que promovem a participação ativa, a visualização e a argumentação contribuem para a construção de uma aprendizagem mais significativa e para a compreensão das frações como números em uma sequência ordenada.</span></p> Isabelle Marques Rodrigues Amado Ariane Iracema de Almeida Lisandra ' Aparecida de Almeida Copyright (c) 2026 SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-05-25 2026-05-25 15 A MANIPULAÇÃO DE MATERIAIS CONCRETOS COMO ESTRATÉGIA PARA A COMPREENSÃO DE CONCEITOS FRACIONÁRIOS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL. https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/article/view/79 <p><span style="font-weight: 400;">Este trabalho apresenta o relato de uma experiência realizada em uma turma do 4º ano, em uma escola beneficente localizada no interior de São Paulo, que atende às etapas da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental. A prática teve como objetivo analisar se o uso de material manipulativo poderia contribuir de maneira significativa para a compreensão do conceito de frações pelos alunos. Para isso, foi proposta uma situação-problema envolvendo a partilha equitativa de barras de chocolate entre os participantes, de modo a estimular o raciocínio matemático e a construção de estratégias de resolução por meio da manipulação de representações concretas do problema. Durante o período da prática, foi possível identificar que o uso do material manipulativo auxiliou parte dos alunos no processo de resolução da atividade proposta, favorecendo a visualização das divisões e a compreensão do conceito de fração. Além disso, observou-se que os estudantes mobilizaram diferentes estratégias para resolver a situação apresentada, como o uso de cálculos algorítmicos, raciocínio mental e a manipulação direta dos materiais disponibilizados. Conclui-se que a experiência possibilitou identificar distintas formas de pensamento matemático, evidenciando que o uso de recursos concretos pode contribuir para a construção do conhecimento e para a compreensão de conceitos que, muitas vezes, são considerados abstratos pelos alunos.</span></p> Isabela Teixeira Tamires Dell'Orti Copyright (c) 2026 SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-05-25 2026-05-25 15 O Ensino-aprendizagem de Matemática através de projetos interdisciplinares no componente de Eletivas https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/article/view/74 <p>Eletivas é um componente curricular que envolve diferentes habilidades e pressupõem a diversificação de situações didáticas, pois visa aprofundar, enriquecer e ampliar o repertório dos estudantes sobre um ou mais componentes curriculares e/ou área de conhecimento do Currículo Paulista. As Eletivas têm como base interesses relacionados aos Projetos de Vida dos estudantes e o perfil da comunidade escolar e como foco o aprimoramento da autonomia e do protagonismo juvenil. Assim, o presente artigo relata experiências de Eletivas que foram elaboradas com base na escuta dos estudantes, considerando a relevância do tema e a possibilidade de sua ampliação, diversificação e aprofundamento do ensino-aprendizagem de Matemática através de projetos interdisciplinares no componente, desenvolvido com estudantes do Ensino Médio em Escola Pública do Programa de Ensino Integral do Estado de São Paulo.</p> BRUNA LOPES Copyright (c) 2026 SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-05-25 2026-05-25 15 O contexto da feira como recurso pedagógico no ensino das operações básicas https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/article/view/69 <p>Este trabalho relata uma experiência pedagógica realizada com alunos do ensino fundamental, com o objetivo de integrar conceitos matemáticos a situações do cotidiano por meio da simulação de uma feira. A atividade envolveu a construção de uma banca com frutas impressas e a utilização de cédulas e moedas fictícias para a compra dos itens, permitindo que os estudantes praticassem operações de adição, subtração, multiplicação e trabalhassem com conceito monetário de maneira lúdica e interativa. Foram utilizados materiais variados para a montagem da feira, bem como elementos decorativos, com a intenção de tornar o ambiente mais atrativo e aproximar os alunos da realidade de compras e vendas. Durante a atividade, os estudantes foram estimulados a resolver problemas.</p> Adrielen Pereira de Souza Copyright (c) 2026 SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-05-25 2026-05-25 15 IDENTIFICAÇÃO DE FONTES E EVOLUÇÕES CONCEITUAIS DO CAPÍTULO IV DO LIVRO AS IDEIAS FUNDAMENTAIS DA MATEMÁTICA, DE AMOROSO COSTA. https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/article/view/78 <p><span style="font-weight: 400;">Este trabalho apresenta uma análise do processo de escrita de Manuel Amoroso Costa na obra </span><em><span style="font-weight: 400;">As ideias fundamentais da matemática</span></em><span style="font-weight: 400;"> (1929), concentrando-se especificamente no manuscrito do capítulo IV. A pesquisa, de natureza qualitativa e inserida na linha de investigação sobre a dinâmica interna da ciência, utiliza a análise de um dos manuscritos de sete fólios do dossiê AC.T.3.033, pertencente ao Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), para compreender a formulação das ideias do autor. Os resultados revelam a utilização de fontes como Giovanni Vacca, Léon Brunschvicg, Edmond Goblot e Henri Poincaré, evidenciando o diálogo do autor com o pensamento matemático-filosófico de sua época, principalmente em temas como o princípio da indução e a lógica dedutiva. Por meio da transcrição e exame crítico, identificaram-se marcas de trabalho e revisões que demonstram o refinamento intelectual da obra antes de sua publicação. Assim, o estudo ressalta a relevância dos manuscritos para a historiografia e epistemologia da ciência no Brasil, revelando os bastidores da produção intelectual.</span></p> Yasmin Moraes Paiva Rodrigo Rafael Gomes Copyright (c) 2026 SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-05-25 2026-05-25 15 A CORRELAÇÃO ENTRE AS HABILIDADE DE GEOMETRIA DA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR (BNCC) E O NÍVEIS DE PENSAMENTO GEOMÉTRICO DE VAN HIELE. https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/article/view/77 <p><span style="font-weight: 400;">O presente trabalho tem como objetivo investigar a correspondência entre as habilidades da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e os níveis de desenvolvimento do pensamento geométrico propostos por van Hiele nas habilidades de geometria dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa, com procedimento metodológico de análise documental, fundamentada na análise de conteúdo das habilidades descritas na BNCC. O estudo foi desenvolvido por meio da leitura e interpretação das habilidades, seguida de sua classificação conforme os níveis do modelo de van Hiele, verificando a progressão entre eles e a presença ou ausência de determinados níveis ao longo dos anos escolares. Os resultados indicam uma predominância dos níveis iniciais, especialmente o nível de visualização nos primeiros anos. Contudo, níveis mais avançados, como dedução formal e rigor, bem como a ausência de níveis mais avançados, como dedução formal e rigor. Conclui-se que a BNCC apresenta progressão coerente no desenvolvimento do pensamento geométrico, embora existam desafios na efetivação pedagógica e no desenvolvimento pleno do pensamento geométrico dos estudantes.</span></p> Matheus Nunes Monica Huguenin de Araujo Faria Copyright (c) 2026 SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-05-25 2026-05-25 15 A PLATAFORMA MATIFIC NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: GAMIFICAÇÃO E PLATAFORMIZAÇÃO DO ENSINO DE MATEMÁTICA https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/article/view/76 <p>Este artigo analisa a trajetória de criação, expansão e consolidação da plataforma Matific no contexto educacional contemporâneo, com ênfase nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental e em sua utilização institucionalizada em redes públicas brasileiras. Desenvolvida em Israel no início da década de 2010, a plataforma integra o movimento global de digitalização e plataformização da educação, articulando gamificação, personalização da aprendizagem e monitoramento por dados educacionais. A pesquisa possui abordagem qualitativa, de natureza bibliográfica e documental, fundamentada em autores como Selwyn (2016), Williamson (2017), D’Ambrosio (1996) e Baldino (1993), além de documentos institucionais de secretarias estaduais de educação. Complementarmente, apresenta-se relato de experiência pedagógica desenvolvido com a ferramenta “Ilha da Aventura” em turma de 1º ano do Ensino Fundamental de escola pública estadual. A análise evidencia que a plataforma favorece engajamento, ludicidade e acompanhamento diagnóstico da aprendizagem matemática, alinhando-se às orientações da Base Nacional Comum Curricular. Entretanto, também se identificam implicações relacionadas à padronização de práticas pedagógicas e à mediação algorítmica do ensino, características do processo de plataformização. Conclui-se que o uso da Matific pode constituir recurso pedagógico complementar relevante, desde que subordinado ao projeto político-pedagógico da escola e à mediação crítica do professor, preservando a formação integral dos estudantes.</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Educação Matemática; Gamificação; Plataformização; Tecnologias Digitais; Anos Iniciais.</p> Cláudia Aparecida Martins Ariane Maria Pozzollini Pinoza Daniel Tebaldi Santos Copyright (c) 2026 SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-05-25 2026-05-25 15 A definição em matemática, segundo Amoroso Costa: um estudo do capítulo 2 do livro ‘As idéas fundamentaes da mathematica’ https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/article/view/73 <p>O presente artigo apresenta uma análise dos manuscritos originais do segundo capítulo da obra As idéas<br>fundamentaes da mathematica (1929), de Manuel Amoroso Costa. A partir da transcrição de duas<br>versões dos manuscritos do capítulo 2, que estão disponíveis de forma online no acervo do Museu de<br>Astronomia e Ciências Afins (MAST), foram realizadas as identificações e análises das referências<br>bibliográficas utilizadas por Costa. A análise mostra as diferenças e semelhanças entre os manuscritos<br>e a versão publicada, revelando as diferentes tomadas de decisão de Amoroso Costa durante o processo<br>de escrita. Foram observados autores como Brunschvicg, Russell, Rougier e outros na construção do<br>capítulo; entretanto, na versão publicada, somente Russell aparece diretamente, enquanto os demais<br>autores foram mesclados ao texto</p> Gustavo Ramos Rodrigo Rafael Gomes Copyright (c) 2026 SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-05-25 2026-05-25 15 ENSINO DE MATEMÁTICA E TECNOLOGIAS DIGITAIS: ESTRATÉGIAS PARA OS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL https://sites.bra.ifsp.edu.br/ojs/index.php/semat/article/view/71 <p>Este estudo tem como objetivo analisar, à luz da literatura acadêmica recente, as contribuições das tecnologias digitais para o ensino de Matemática nos anos iniciais do Ensino Fundamental, com ênfase no papel do professor como mediador do processo de aprendizagem. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de natureza bibliográfica e caráter exploratório, realizada a partir de buscas em bases acadêmicas, com recorte temporal entre 2018 e 2025. Após aplicação de critérios de inclusão, foram selecionados quatro artigos para compor o corpus de análise. Os resultados evidenciam que recursos como jogos digitais, softwares educacionais e materiais didáticos digitais apresentam potencial para favorecer o desenvolvimento do raciocínio lógico, da resolução de problemas e da participação ativa dos estudantes, desde que utilizados de forma planejada e articulada aos objetivos curriculares. A análise aponta convergência teórica quanto à centralidade da mediação docente, destacando que a intencionalidade pedagógica e o planejamento constituem condições essenciais para a efetividade das tecnologias digitais. Conclui-se que sua integração ao ensino de Matemática exige formação continuada de professores, reflexão crítica sobre a prática pedagógica e condições estruturais adequadas para sua implementação.</p> DORNIL JUVENTINO DE MOURA CARDOSO Ivan Donizete de Próprio Daniel Tebaldi Santos Copyright (c) 2026 SEMANA DA MATEMÁTICA E EDUCAÇAO MATEMÁTICA - IFSP/BRAGANÇA PAULISTA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-05-25 2026-05-25 15